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Brasil x Escócia: Neymar não tem a menor chance de ser titular.

Neymar “não tem a menor chance” de começar jogando contra a Escócia e deve ficar como opção para o segundo tempo, disse o colunista Danilo Lavieri no UOL News, do Canal UOL.
O repórter falou direto de Nova Jersey, nos Estados Unidos, ao comentar o treino da seleção brasileira e a expectativa para a partida de quarta-feira. Ele avaliou que o atacante deve voltar aos poucos após mais de um mês sem jogar.

“Não de ser titular, não tem nenhuma chance, é zero chance de ele ser titular. Tem a chance de ele estar no banco e eventualmente entrar no segundo tempo. A última vez que ele entrou em campo foi no dia 17 de maio, ou seja, mais de um mês. Normalmente um jogador que está há mais de um mês sem jogar não tem um ritmo bom”

Segundo Lavieri, a tendência é que a comissão técnica use Neymar apenas em um cenário mais controlado, com o placar encaminhado. Para ele, é difícil imaginar o Brasil recorrendo ao camisa 10 em um jogo apertado, em que precise segurar resultado.

Eu imagino numa situação de um jogo mais resolvido. Não consigo ver o Brasil no 0 a 0 ou o Brasil ganhando de 1 a 0 no jogo sofrido contra a Escócia e precisando manter o resultado para poder garantir a primeira colocação do grupo.

O colunista disse que Neymar tem mostrado dedicação nos treinos, com trabalho em mais de um período quando possível, e já voltou a participar das atividades no campo com o restante do elenco. Mesmo assim, ele projetou um limite de minutos em eventual retorno.

“Todas as informações que a gente tem aqui é de que o Neymar está super concentrado, tem treinado em três períodos quando possível. (…) Ainda assim não dá para imaginar ele jogando muito mais do que 20 minutos. Então, se ele entra, ele vai entrar por 20 minutos”

Na entrevista coletiva desta segunda-feira (22), o atacante Gabriel Martinelli elogiou o nível do companheiro e disse que o grupo está disposto a “correr” mais para potencializar Neymar e outros protagonistas do time. Ele também afirmou que a equipe quer ganhar a Copa do Mundo.

Lavieri ainda apontou que a briga pela primeira colocação do grupo pesa na decisão sobre o uso do atacante e na estratégia do Brasil no torneio. Ele explicou que terminar em primeiro também ajuda a manter a base logística montada em Nova Jersey.

 

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