Laudo do IML confirma causa da morte de Ângela Bulbol após atropelamento em Manaus
O laudo preliminar do Instituto Medico Legal confirmou que a educadora e ex-gestora pública Ângela Bulbol, de 64 anos, morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico, hemorragia cerebral aguda e edema cerebral difuso, provocados por ação contundente em acidente de trânsito.
Ela foi atropelada na sexta-feira (20/02), dentro do condomínio Ephygênio Salles, no bairro Aleixo, zona Centro-Sul de Manaus. Após o impacto, Ângela chegou a ser submetida a procedimento cirúrgico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (22/02), em um hospital particular da capital.
O corpo foi removido pelo IML por volta das 21h26, conforme relatório oficial.
Polícia Civil apura circunstâncias do atropelamento
A Policia Civil do Amazonas informou que investiga as circunstâncias do caso e que novas informações serão divulgadas após a conclusão das diligências. O nome da motorista envolvida não foi oficialmente confirmado.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a educadora atravessava a via interna do condomínio, onde costumava caminhar, quando foi atingida por um carro branco. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada inicialmente ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, sendo posteriormente transferida para a rede privada.
Trajetória na educação e gestão pública
Com carreira consolidada, Ângela Bulbol foi professora da Universidade Federal do Amazonas, onde exerceu o cargo de pró-reitora de Administração e Finanças. Também comandou a Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) e presidiu a Fundação Escola de Serviço Público Municipal (FESPM).

